Dicotomias

Memórias, contos & Poesia

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Desentendimentos - por Hélder Gonçalves






Palavras, sem pensar, foram soltas
Mal entendidas, no seu interpretar
Disposição virada, tombada no sentir
Do mar tranquilo – Ondas revoltas
Coisas tão estúpidas, do verbo amar
Em bom senso, nunca devem existir.

Mas amar é isso -  São coisas do coração!
Como o tempo - Rápido, tudo pode mudar
Fica-se triste, quezilento e até sem jeito
Magoado, ofendido, por vezes sem razão
Porque, umas palavras, atiradas para o ar
Mal entendidas - O coração fica desfeito!




Docarmo
Dez. 2015




A Sala do Tempo Parado

A Sala do Tempo Parado
Só quem não viveu não tem histórias para contar

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