DICOTOMIAS

MEMÓRIAS, CONTOS E POESIA

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Poema dedicado a Ronilda David






No desatino do teu ser
Inquietude eu encontro
Tua alma atormentada
Gritos e silêncios haver
Em perene desencontro
Lágrima tanta derramada

Não te posso descrever
Tal jeito não me acode
Coração tão sofredor
Só o poderei entender
Cada um dá o que pode
No verso sim, o teu senhor!








A Sala do Tempo Parado

A Sala do Tempo Parado
Só quem não viveu não tem histórias para contar

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